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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Tchau, capeta!

por Karoline Silva

“Na casa do senhor não existe satanás, xô satanás, xô satanás”. Esse é o trecho de uma música do grupo baiano Asa de Águia, que faz referência a tirar o satanás do corpo em sua letra. E, como se já não bastasse a música, chega ao mercado o spray denominado “MATA CAPETA”. Lançado pelo  pastor Silas Malafaia, trata-se de um produto que promete remover espíritos malignos do corpo. Segundo o manual que acompanha o produto, bastam dois esguichos para a limpeza eficaz.

O pastor Malafaia e o spray anti-cramunhão (divulgação)

A notícia que ganhou muito espaço na Internet, sendo publicada em diversos sites como Web Evangelista  e blog do Pedro Marinho, chegou aos leitores de forma engraçada. Assim, muitos aproveitaram a deixa para fazer comentários sarcásticos, como o internauta Bruno, que aproveitou o momento para fazer uma piada: “Vou esperar a versão roll on, dura mais e vai sair no sabor arnica”.

Para espantar o tinhoso, o pastor utilizou na composição da fórmula rosas, água benta, licor, penas de galinha e muita fé, ingredientes que espantam qualquer coisa ruim. E para quem se interessou e pretende borrifar muito spray por ai, a invenção que já está disponível em sites de compra, em média, a R$ 100.

Visitantes confundem velórios e são vítimas de cenas inusitadas

por Karoline Silva

Em Curitiba (PR), uma família distraída trocou as salas do velório que acontecia no Cemitério Central da cidade e acabou passando por uma situação constrangedora. Majô Quevedo, sobrinha do falecido, achou estranho o fato de seu tio não estar mais com uma verruga que ficava próxima aos olhos e da falta de pessoas conhecidas no velório, e resolveu entender o que estava acontecendo. "Após alguns minutos no velório, uma das pessoas que estavam na sala comentou 'Que triste, ela era tão nova. Sempre que tomar chimarrão será lembrada; ela simplesmente adorava essa bebida'. Nos olhamos novamente e como em um suspiro minha mãe falou: 'Majô, seu tio não gostava de Chimarrão!'", relata Majô.

O fato hilário não costuma acontecer, segundo Agnaldo Pereira, 32, administrador geral do Cemitério Vale da Paz, localizado em Diadema (SP). “Estou aqui há mais de 10 anos e nunca chegou aos nossos ouvidos que algo do tipo tenha ocorrido. Acho que a correria e a falta de atenção são os principais motivos para isso", afirma.

Após o mal entendido ter sido esclarecido, os velórios aconteceram normalmente e as famílias puderam velar seus verdadeiros mortos.