por Gabriela Caetano
Os bancos dos principais estados brasileiros retomaram suas atividades. Depois de três semanas de negociação, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e o Comando Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) aprovaram um reajuste de 9% sobre os salários, retroativo a 1º de setembro, e 12% de reajuste no piso da categoria, que passa de R$ 1.250 para R$ 1.400 para a função de escriturário.
A categoria entrou em greve no final de setembro, quando foi solicitado um aumento de 12,8% no piso salarial, e, em resposta, as entidades patronais estabeleceram o reajuste em 7,8%. "Desde o início da campanha, os bancários estavam apontando que é importante conquistar aumento real de salários, valorização no piso, aumento nos valores da participação nos lucros e resultados e melhoria nas condições de trabalho”, afirmou a presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira.
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| Cartazes indicam a paralização dos bancários (divulgação) |
O Comando Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) informou que a maioria dos sindicatos de bancários do país aprovou a nova proposta apresentada pela Fenaban, entre eles o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal.

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