por Karoline Silva
Em Curitiba (PR), uma família distraída trocou as salas do velório que acontecia no Cemitério Central da cidade e acabou passando por uma situação constrangedora. Majô Quevedo, sobrinha do falecido, achou estranho o fato de seu tio não estar mais com uma verruga que ficava próxima aos olhos e da falta de pessoas conhecidas no velório, e resolveu entender o que estava acontecendo. "Após alguns minutos no velório, uma das pessoas que estavam na sala comentou 'Que triste, ela era tão nova. Sempre que tomar chimarrão será lembrada; ela simplesmente adorava essa bebida'. Nos olhamos novamente e como em um suspiro minha mãe falou: 'Majô, seu tio não gostava de Chimarrão!'", relata Majô.
O fato hilário não costuma acontecer, segundo Agnaldo Pereira, 32, administrador geral do Cemitério Vale da Paz, localizado em Diadema (SP). “Estou aqui há mais de 10 anos e nunca chegou aos nossos ouvidos que algo do tipo tenha ocorrido. Acho que a correria e a falta de atenção são os principais motivos para isso", afirma.
Após o mal entendido ter sido esclarecido, os velórios aconteceram normalmente e as famílias puderam velar seus verdadeiros mortos.
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