sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Compras coletivas realizam sonhos de consumo com descontos de até 90%

por Verena Cervera

A cada minuto, o mais importante meio de comunicação do Século XXI se inova, seja com o surgimento de novos e inúmeros portais, ou ainda pelas redes sociais. Uma dessas inovações mais recentes são os sites compra coletivas. Nos Estados Unidos, esse tipo de página eletrônica existe há três anos, mas no País, a prática só se tornou conhecida há pouco mais de um ano. O “boom” do setor, no entanto, aconteceu em janeiro de 2011, quando os sites atingiram um total de 1025, segundo um levantamento feito pelo site Bolsas de Ofertas.

Para os usuários, esses sites de compra coletiva são uma “mão na roda” na hora de adquirir um produto ou serviço, tamanha a economia. Cristina de Melo, 43, é consumidora assídua. Ela compra desde pacotes em salões de beleza a pacotes de viagens e garante que estas compras são seguras. “Nunca tive problema algum, muito pelo contrário, só vantagens. É legal que muita gente compra, então, a economia é enorme. Pude realizar todos os meus sonhos de consumo, coisa que, com o preço normal, jamais conseguiria".

No entanto, é preciso estar atento e não sair comprando em qualquer site que envie uma oferta tentadora para os e-mails. Seguir a dica de um amigo ou parente pode ser uma boa solução para evitar que não se receba pelo que se paga.

Vivian de Araújo Alves, 25, estudante de Direito, efetuou duas compras em um desses sites. A primeira foi um  tratamento capilar oferecido por um famoso salão de beleza de São Paulo.  “Comprei e liguei pra agendar em novembro, mas só tinham horário para março. Expliquei não iria esperar quase cinco meses para um corte e uma hidratação e eles devolveram o dinheiro”, conta a estudante.

Febre na rede, as compras coletivas têm cada vez mais adeptos (Verena Cervera)
A segunda foi uma viagem para Búzios. Segundo Vivian, desde que comprou a oferta tenta agendar uma data para usufruir do pacote, mas o hotel está sempre cheio. “Ligo para agendar  e o hotel nunca tem vagas. O pior é que o prazo para eu usar acaba agora em novembro", explica. Apesar desses dois contratempos, ela encara tudo com muito bom humor. “Acho que esse tipo de compra dá certo, eu é que sou azarada", diz.

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